As conclusões recentes de um estudo realizado ao longo de 26 anos, pelo Departamento de Nutrição da Harvard School of Public Health (Adam M. Bernstein, MD, ScD), a um grupo de de 84. 136 mulheres, com idades compreendidas entre os 30 e os 55 anos, revelaram que existe uma relação directa entre a origem da fonte de proteína consumida e o risco de doenças cárdio-vasculares (DCV).
Maior consumo de carnes de aves, peixes e nozes foram associados a um menor risco. Através de um modelo de controlo estatístico (intervalo de confiança de 95%), uma dose por dia de nozes foi associado a 30% menor risco de ocorrência de DCV, em comparação com uma dose por dia de carne vermelha. Da mesma forma, em comparação com uma dose por dia de carne vermelha, um risco menor estava associada com uma dose por dia de lacticínios de baixo teor de gordura (13%), aves de capoeira (19%), e de peixe (24%).
A mensagem é de fácil interpretação: ingira fontes de proteína vegetal, peixe e, moderadamente, carne de aves. Evite o consúmo de carnes vermelhas como fonte de proteína.
As conclusões recentes de um estudo realizado ao longo de 26 anos, pelo Departamento de Nutrição da Harvard School of Public Health (Adam M. Bernstein, MD, ScD), a um grupo de de 84. 136 mulheres, com idades compreendidas entre os 30 e os 55 anos, revelaram que existe uma relação directa entre a origem da fonte de proteína consumida e o risco de doenças cárdio-vasculares (DCV).
Maior consumo de carnes de aves, peixes e nozes foram associados a um menor risco. Através de um modelo de controlo estatístico (intervalo de confiança de 95%), uma dose por dia de nozes foi associado a 30% menor risco de ocorrência de DCV, em comparação com uma dose por dia de carne vermelha. Da mesma forma, em comparação com uma dose por dia de carne vermelha, um risco menor estava associada com uma dose por dia de lacticínios de baixo teor de gordura (13%), aves de capoeira (19%), e de peixe (24%).
