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Atualmente o sono tem adquirido um notável interesse por parte dos pesquisadores, uma vez que está diretamente relacionado com a saúde e consequentemente com a qualidade de vida.

A qualidade do sono depende de diversos fatores, tais como: o uso de medicamentos; ingestão alcoólica; alterações psicológicas e sociais; ambiente; a prática regular de atividade física, entre outros.

Mensink et al. (1997) verificaram uma relação direta entre a atividade física e o estilo de vida saudável, o que vem reforçar a importância da prática de atividade física na busca por uma maior qualidade de vida. Contudo, os problemas relacionados com os distúrbios de sono têm vindo a aumentar assustadoramente. Segundo Mello (2005), cerca de 30% da população adulta nos EUA e de 20 a 40% da população mundial são acometidos por problemas relacionados ao sono, os quais acarretam consequências, nomeadamente a diminuição da qualidade de vida e o aumentando de risco de acidentes.

Segundo American Sleep Disorders Association (1991), o exercício leve e moderado pode ser considerado uma intervenção não-farmacológica para a melhoria do sono, porém poucos profissionais da área de saúde têm recomendado e prescrito o exercício físico com este intuito.
Assim sendo, segundo Mello et al. (2008) e Souza e Nunes (2010), existem duas teorias que explicam os benefícios da prática do exercício físico na melhoria da qualidade do sono:
Teoria termorreguladora: o exercício físico, ao aumentar a temperatura do corpo, facilita o adormecimento já que estimula o hipotálamo a promover a dissipação de calor e a induzir o sono.
Teoria restauradora: a prática de exercício reduz a energia do sujeito, tendo o indivíduo necessidade de dormir para repor as suas energias que foram gastas.
Deste modo, devemos enfatizar a relevância da prática de atividade física como uma importante intervenção, uma vez, além de proporcionar alterações fisiológicas benéficas, também influência importantes alterações no bem-estar físico, social e psicológico dos seus praticantes.

American Sleep Disorders Association. The international classification of sleep disorders (diagnostic and coding manual). Kansas; DCSC, 1991
MELLO, M. T. et al. O exercício físico e os aspectos psicobiológicos. Rev Bras Med Esp. v. 11. 203-07, 2005;MENSINK, G. B. M.; LOOSE, N.; OOMEN, C. M.; Physical activity and its association with other lifestule factors. European Jounal of Epidemiology. v. 13. n. 7. p. 771-778. The Netherlands, 1997

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